para quando uma pessoa se sente mais velha que o mundo, mas a precisar de conectar com o íntimo primordial: « (...) e quando a fronteira me abraçou, foi esta bagagem que encontrou.».
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Portuguese folk
Libellés :
facebooking reality,
notes to self by someone else,
portugal visto ao longe,
querido diário
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
há cerca de cinco anos, numa das primeiras noites em que estava, nao apenas a viver sozinha, como num país novo, numa vila adormecida e com um companheiro de casa intragável, escrevi um mail ao vasco barreto a protestar por me ter deixado orfa do memoria inventada, que me andava a servir de objecto transicional. cúmplice na diáspora, respondeu-me de imediato a confessar-me que numas entradas mais escondidas iam aparecer textos novos. assim foi, mas o mi morreu mesmo e eu perdi-lhe o rasto. hoje dei de caras com este texto seu e lembrei-me porque gostava tanto de o ler.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
esta foi só a gota de água
vómito torrencial é a reacçao que tenho à euforia e diarreia verbal psdiana dos últimos tempos.
Libellés :
o meu país é um lodaçal,
panico,
portugal visto ao longe,
precariedade
segunda-feira, 25 de abril de 2011
um bocado de "Um adeus português" famoso num dia em que a modos que estou a pensar na pátria
(...)Não podias ficar presa comigo
à pequena dor que cada um de nós
traz docemente pela mão
a esta pequena dor à portuguesa
tão mansa quase vegetal(...)
Alexandre O'Neill
diz-se nos cursos superiores de línguas e literaturas modernas que do O'Neill gosta quem não gosta de poesia.talvez seja verdade.terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
as minhas únicas palavras sobre o assunto: com as devidas diferenças o carlos castro é o nosso pasolini.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
da nostalgia
Libellés :
bangunça habitual,
portugal visto ao longe
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Se há coisa que qualquer (i)migrante - nunca sei a partir de que perspectiva considerar-me, se da do país de ida se do de chegada - concorda, será na dependência que se transforma a necessidade de ter internet disponível. Rituais diários podem implicar várias hora de email, jornais, blogues, o que quer que seja, numa, talvez vã, tentativa se nos mantermos incluídos neste colectivo que é ser de Portugal. Não sei se será esta a razão, mas tomando-a como válida, nos últimos tempos a última coisa que tenho sentido é precisamente identificação, tal o Carnaval que vai ai no país ao lado. Nunca consegui perceber se é o facto de ler e não viver que transforma o quotidiano muito mais caótico. Mas a verdade é que Portugal nunca me pareceu tanto uma república das bananas como ultimamente. É fechar as portas e passar a chave a outro, porque já não há solução possível. Estanho mesmo a sério é que ainda assim, consiga parecer tantas vezes o el dourado. É nestas merdas de incongruências que uma pessoa percebe o quão f*d*d* é ser português.
disclaimer: nunca quereria eu ter outra nacionalidade, já me basta ter nascido com uma
disclaimer: nunca quereria eu ter outra nacionalidade, já me basta ter nascido com uma
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
de uma forma simplista
nunca na vida estaria solidária com o Mário Crespo.
é ver o video das presenças e sobe logo o vómito à boca. argh
é ver o video das presenças e sobe logo o vómito à boca. argh
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